PSG ameaça intenções do FC Porto por Diogo Costa

 


André Villas-Boas desafiou Diogo Costa a assumir a camisola número 2 do FC Porto, mas o jornal francês L'Équipe dá conta do "interesse pronunciado" do Paris Saint-Germain, após a conquista da Liga dos Campeões.

Depois de levar de vencida o Arsenal, na Puskás Aréna, na capital húngara de Budapeste, para revalidar a conquista da Liga dos Campeões, numa final que só ficou decidida no desempate por grandes penalidades, o Paris Saint-Germain vira todas as atenções para um mercado de transferências de verão que se afigura particularmente agitado.

O jornal francês L'Équipe levanta, este domingo, o 'véu' sobre os planos que Luís Campos, assessor desportivo e 'braço direito' do presidente dos parisienses, Nasser Al-Khelaifi, tem em mente para o defeso, e revela que uma das suas principais preocupações está relacionada com o lote de guarda-redes que o treinador espanhol Luis Enrique estará ao dispor.

Lucas Chevalier foi adquirido ao Lille, há menos de um ano, a troco de uma verba na ordem dos 40 milhões de euros, com o objetivo claro de 'fazer esquecer' o até então 'dono e senhor' da baliza, Gianluigi Donnarumma, que partiu rumo ao Manchester City, por qualquer coisa como 30 milhões de euros, mas acabou por desiludir.

O internacional francês (que ficou de fora da lista de convocados de Didier Deschamps para o Campeonato do Mundo) começou a temporada desportiva de 2025/26 como titular, mas acabou por perder o lugar para Matvey Safonov, de tal maneira que o último jogo foi a 23 de janeiro, aquando da vitória alcançada na visita ao Auxerre, por 0-1.

Uma situação que desagrada ao próprio, de tal maneira que não descarta a possibilidade de vir a 'mudar de ares'. Face a este cenário, pode ler-se, os recém-sagrados bicampeões europeus (e pentacampeões franceses) terão apresentado um "interesse pronunciado" no guarda-redes e capitão do FC Porto, Diogo Costa.

Uma notícia que surge, de resto, apenas meio ano depois de o internacional português ter renovado contrato com o emblema azul e branco, até junho de 2030, contemplando este uma cláusula de rescisão no valor de 60 milhões de euros, da qual a direção liderada por André Villas-Boas dificilmente abdicaria.

O "desafio" de André Villas-Boas

A intenção do FC Porto em preservar Diogo Costa ficou à vista há, sensivelmente, duas semanas, quando, após a conquista da I Liga, o presidente do FC Porto, André Villas-Boas, o desafiou a assumir a camisola número 2 do clube, em declarações prestadas aos jornalistas, à margem de um jantar com deputados afetos ao clube, na Assembleia da República.

"Manter Diogo Costa? Espero que sim. Aliás, fiz-lhe um desafio, que espero que aceite, que é no próximo ano envergar a camisola número 2 do FC Porto. Para nós seria uma honra enorme, para os adeptos do FC Porto também. E para que isso aconteça terá de estar no FC Porto para o ano", começou por afirmar.

"Passou uma época maravilhosa. Repare que a camisola 2 do FC Porto é uma camisola importante, de vencedores, e claro está vinculada ao que aconteceu com o desaparecimento do Jorge Costa. Por todo esse significado emocional gostávamos que envergasse o número 2 no próximo ano", completou o líder máximo d

os dragões.

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