Champions League: PSG verga Arsenal na final da Champions e sagra-se bicampeão europeu

 


Paris Saint-Germain Vs Arsenal precisaram de ir às grandes penalidades para decidir a final da Liga dos Campeões, que sorriu para o lado dos franceses, com uma vitória em Budapeste, após empate a uma bola.

Paris Saint-Germain e Arsenal mediram forças na final da Champions este sábado, em Budapeste, com um objetivo em comum de vencer mais um título esta temporada, mas só o PSG conseguiu esse feito, com uma vitória após as grandes penalidades, por 4-3, depois de um empate a uma bola no final do prolongamento.

Num jogo em que se jogava um bicampeonato europeu ou uma estreia a vencer a Liga dos Campeões, Paris Saint-Germain e Arsenal entraram na Puskás Arena com a ambição conjunta de terminar o jogo a levantar o 'caneco'.

Mas foram os ingleses que deram o primeiro passo rumo a esse objetivo. Kai Havertz pegou na bola ainda antes da linha do meio-campo e foi por ali fora, com mais velocidade que os defesas centrais parisienses, para chegar até à grande área.

Com uma entrada de rompante, fixou-se na cara do guardião russo Safonov e atirou a contar, com um remate potente e sem qualquer hipótese para o guarda-redes do PSG, logo aos cinco minutos de jogo.

Isto deu vantagem ao Arsenal na final da Liga dos Campeões, mas acabou por ser a única oportunidade dos gunners até ao intervalo, algo que foi longe da verdade para os franceses. O conjunto liderado por Luis Enrique, que fez jogar de início três portugueses em Vitinha, João Neves e Nuno Mendes, deixando Gonçalo Ramos no banco de suplentes, foi à procura de um golo que relançasse o jogo a seu favor.

No entanto, entra bloqueios da linha defensiva inglesa e falta de pontaria, acabou mesmo por não haver mais nenhum golo na partida até ao apito do árbitro alemão, que protagonizou uma ação polémica ao não deixar o Arsenal bater um pontapé de canto por estarem a perder tempo já para além do período de compensação, com o intervalo a chegar com uma vantagem mínima para o conjunto de Londres.

O recomeço trouxe um Paris Saint-Germain ainda mais agressivo, visto que tinha de marcar o quanto antes, visto que precisava de dois golos na segunda parte caso não quisesse ir ao prolongamento. As investidas iam acontecendo para os parisienses, que conseguiram mesmo chegar ao momento de festa em Budapeste.

Khvicha Kvaratskhelia foi derrubado por Mosquera na grande área do Arsenal e foi assinalada uma grande penalidade, que acabou por ser convertida pelo atual detentor da Bola d'Ouro, Ousmane Dembélé, aos 65 minutos de jogo.

Isto obrigou a que o Arsenal tivesse de 'sair da toca' e começar a procurar atacar para tentar vencer o jogo e levantar o primeiro troféu europeu da sua história. Apesar das tentativas de ambas as equipas para resolver a questão no tempo regulamentar, o jogo seguiu mesmo para prolongamento.

Mas essa meia hora extra não foi suficiente para ser decidido o vencedor, pelo que foi necessário ir ao desempate nas grandes penalidades. Gonçalo Ramos e Gyokeres não tremeram ao assumir os primeiros pontapés, com Doué a marcar para os franceses, mas viu Eze a falhar para o Arsenal.

No entanto, acabou por haver mais um momento de suspense, já que Nuno Mendes falho a sua grande penalidade, antes de uma sequência de quatro golos seguidos, que culminou com um penálti falhado por Gabriel Magalhães para dar a Liga dos Campeões ao Paris Saint-Germain.

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