O Presidente da Frelimo, durante o discurso de encerramento, assumiu um compromisso: revitalizar os monumentos histórico-culturais do país. Este desafio deve ser encarado também pelos antigos combatentes, como parte das histórias.
“Não se trata apenas de fazer o levantamento e registro desses locais históricos, tais como bases, centros pilotos, anfiteatros, infantários, entre outros. Trata-se sim de desenvolver um programa concreto de requalificação e implementação de empreendimentos que serviram da atração de visitantes, turistas, pesquisadores, para a educação patriótica das novas gerações, ao mesmo tempo que podem gerar renda para a sua sustentabilidade. Adicionalmente, é fundamental que neste processo sejam inventariados locais situados em outros países que sejam referência da história da Luta de Libertação Nacional, assegurando os direitos da propriedade à Frente de Libertação de Moçambique, Frelimo”.
África deve se focar na segurança hídrica
Sobre o dia de África, Chapo destacou o papel dos Governos na garantia da segurança hídrica, tendo em conta o lema: garantir a disponibilidade sustentável de água, e sistemas de saneamento seguros, para alcançar a agenda 2063.
“Como campeão da União Africana para a Gestão do Risco e Desastres, continuamos apostados a coordenar com os países da região da SADC para uma gestão sustentável e coordenada das bacias hidrográficas transnacionais, partilhadas com outros países, por forma a reduzir o impacto das cheias e inundações que, ciclicamente, têm causado danos e perdas em vidas humanas, infra-estruturas e culturas agrícolas do nosso povo. Reafirmamos o nosso compromisso de juntos construirmos uma África que queremos mais unida, mais pacífica e mais próspera. Bem haja aos libertadores do continente africano e bem haja o continente africano”, disse.
Este ano, a data é celebrada sob o lema “Garantir a Disponibilidade Sustentável de Água e Sistemas de Saneamento Seguros para alcançar a Agenda 2063”.

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